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GIAM
- GRUPO DE INCENTIVO
AO ALEITAMENTO MATERNO |
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Consideramos
que o leite materno é
o melhor alimento para o
bebê. É um
leite nutritivo, que contém
elementos indispensáveis
para o crescimento e desenvolvimento
do recém-nascido.
Proporciona um vínculo
emocional entre a mãe
e o bebê, sendo assim
benéfico para ambos.
Por acreditar nestes princípios,
a Direção
e a Gerência de Enfermagem
da Casa de Saúde
São José apoiaram
um grupo de Enfermeiras
na formação
do GIAM (Grupo de Incentivo
ao Aleitamento Materno)
onde a linguagem aleitamento
materno é utilizada,
desenvolvida e praticada
nas dependências da
maternidade, dentro das
normas da UNICEF/MS/OMS.
O
GIAM além de orientar
pais e mães sobre
a amamentação,
inclui também as
orientações
sobre os cuidados com os
bebês: banho, troca
de fraldas, curativos do
coto umbilical entre outros.
E não é só
isso, o Grupo também
é responsável
pela capacitação
e supervisão da equipe
de técnicos de enfermagem,
garantindo assim a qualidade
da assistência, uma
tradição da
Casa de Saúde São
José.
 1
– Apesar da ansiedade
e do medo que possam surgir,
curta sua gravidez conversando
com o seu bebê, cantando
para ele ou colocando uma
música suave para
vocês dois relaxarem;
2
– Sempre que possível,
tome banho de sol nas mamas
nos horários permitidos
(antes das 10 horas da manhã
e após às
16 horas), para fortalecer
os mamilos;
3
– Alimente-se bem
não em quantidade,
mas sim em qualidade;
4
– Use sutiã
de alças e bases
largas;
5
– A maioria das mulheres
possuem bicos protusos ou
seja “salientes”,
com facilidade para amamentar.
Porém se você
perceber que seu bico é
plano, use conchas para
formação de
bicos desde o 8º mês
de gestação,
assim você estimulará
o mamilo a ficar mais protuso,
facilitando a mamada e evitando
as fissuras mamárias.
Maiores dúvidas,
converse com o seu médico
obstetra.
As
mamas, também chamadas
de seios ou peitos, situam-se
na parte superior do tórax
e são formadas pelos
tecidos: glandular (responsável
pela produção
– secreção
e expulsão –
ejeção do
leite), conjuntivo (celular)
e adiposo (gorduroso).
A
forma interna de uma mama
é semelhante a um
conjunto de 18 a 20 “cachos
de uva”, cujos bagos
(frutos) são bem
pequenos. Eles são
responsáveis pela
produção do
seu leite (alvéolos
mamários). Posteriormente,
este leite será conduzido
pelos canais finos e curtos
que se unem a um canal mais
largo e comprido encontrado
sob a aréola.
No bico do peito (mamilo),
os canais se estreitam até
atingir um calibre de 0,5mm
e terminam em orifícios
(poros mamilares) de onde
sairão as gotinhas
do seu leite
O
colostro é o primeiro
leite produzido pela mama,
permanecendo até o
final do 4º dia após
o parto. É um líquido
viscoso e opaco que contém
grande quantidade de anticorpos,
fundamental para a defesa
contra infecção.
O colostro é laxativo,
ajudando o bebê a eliminar
as primeiras fezes chamadas
de “mecônio”
e, assim, reduzindo a possibilidade
do surgimento da icterícia
fisiológica do recém-nascido.
Entre o 4º e o 7º
dia após o parto, o
leite produzido é chamado
leite de transição
e após o 7º dia
passa a ser considerado leite
maduro, tendo sua composição
modificada em relação
as horas do dia, à
duração das
mamadas e às necessidades
do bebê.
Desde
o início de sua gestação,
as mamas já estão
sendo preparadas para produzir
leite, porém será
o estímulo de sucção
do bebê, na região
aréolo-mamilar, onde
existem terminações
nervosas levando informações
a uma glândula situada
no cérebro chamado
de hipotálamo, informando
que há um bebê
mamando e se faz necessário
a produção e
liberação de
leite para aquela mamada.
Então sob o comando
do hipotálamo, os hormônios
da lactação
(prolactina e ocitocina) serão
liberados.
A
prolactina é responsável
pela produção
de leite e a ocitocina é
responsável pelo reflexo
de ejeção, ou
seja, a saída do leite
do peito para o bebê.
A ocitocina promove a contração
do seu útero, por isso
é recomendado que seu
bebê sugue o mais precoce
possível, evitando
os sangramentos da mãe.
É comum nos primeiros
dias a mãe sentir cólicas
durante as mamadas, devido
a ação deste
hormônio no útero.
Mais da metade do volume de
leite ingerido pelo bebê,
em cada mamada é produzido
na hora em que ele começa
a sugar. Quanto mais o bebê
sugar, mais leite será
produzido pela mama.
NÃO
SE ESQUEÇA...
1)
O reflexo da saída
do leite apresenta um componente
fisiológico maior do
que a parte física.
Desta forma o estresse físico
e psicológico, como
o medo, a ansiedade, a dor,
a tensão e o cansaço
liberam adrenalina que inibe
a ação da ocitocina
e, mesmo a mama estando cheia
de leite, não há
liberação para
o bebê. A confiança
e a tranquilidade são
fundamentais para o seu sucesso
no aleitamento materno.
2)
Os estímulos visuais
(olhar para o bebê),
olfativos (sentir o cheiro
dele), auditivos (choro) e
do condicionamento (hora da
mamada), aumentam o reflexo
de ejeção, mesmo
a mãe estando distante
do seu bebê.
3)
A produção de
leite pela mama é contínua,
devido ao fato de hormônios
permanecerem na circulação
sanguínea.
4)
O leite elaborado no intervalo
entre as mamadas contém
uma grande quantidade de água,
proteínas, lactose,
vitaminas e minerais. Tem
aspecto “ralo”,
“aguado” e sacia
a sede do bebê. É
o leite que o bebê mama
no início de cada mamada,
e é chamado de leite
anterior.
Com o início das mamadas
e a ação dos
hormônios de lactação,
inicia-se a produção
de um leite de coloração
mais branca, contendo mais
gordura e mais proteínas,
chamado de leite posterior.
É importante que o
bebê sugue cada mama
pelo menos entre 15 a 20 minutos
a fim de conseguir extrair
os 2 tipos de leite, fazendo-o
ganhar peso.
Para
iniciar, escolha um local
bem tranquilo, longe de
muitas visitas. Reserve
este momento para você
e seu bebê, se desligando
de tudo. De preferência,
sente-se em uma cadeira
ou poltrona com braços
de apoio; mas antes não
esqueça de lavar
bem as mãos. As mamas
devem ser limpas durante
o banho, só com água.
É recomendável,
antes e depois da amamentação,
passar o seu próprio
leite nos mamilos.
O
bebê deverá
abocanhar não só
o bico, mas também
a maior parte da aréola.
Para facilitar, você
pode estimular o reflexo
de sucção,
segurando a mama com a mão
em forma de C e roçando
o bico no lábio inferior
do bebê. A duração
das mamadas é de,
no mínimo 30 minutos,
não sendo necessária
alternância das mamas
neste intervalo de tempo
e sim, para o próximo
horário, que deverá
ser de no máximo
3 horas.
Diversas
posições podem
ser utilizadas durante a amamentação.
A mãe deve sentir-se
confortável e o corpo
do bebê deve estar de
frente para o corpo da mãe
(barriga com barriga). São
elas: 
 A
mãe deverá
segurar a mama com a mão
em C (forma de mão
de bailarina) e não
em forma de “tesoura”,
evitando assim que a pega
fique incorreta. Os dedos
devem permanecer distantes
da aréola, a fim
de não interferir
na pega.
OBS.:
não se preocupe se
achar que está “sufocando”
o seu bebê, pois se
a posição
estiver correta, a cabeça
estará livre para
ele se movimentar e respirar
normalmente.

 A
mãe deverá
estimular o reflexo de busca
e apreensão, tocando
o mamilo no lábio
inferior do bebê.
O
bebê deve abocanhar
a maior parte da aréola,
de modo que o lábio
inferior da boca deva estar
virado para fora, no estilo
"boquinha de peixe".
Ao
sugar, a bochecha do bebê
permanece arredondada, sem
que sejam formadas "covinhas",
pois este é um indício
de pega incorreta.
Se
o bebê não
estiver pegando corretamente,
ou se a mãe sentir
dores, a sucção
deverá ser interrompida.
O bebê deverá
ser retirado do peito, colocando
o seu dedo no canto da boca
do bebê e a assim
a mamada reiniciada.
Para as mamães que
pensam que a mama pode "sufocar"
o bebê, não
se preocupem, pois o bebê
é esperto e sabe
se defender caso se sinta
sem respiração.
O importante é a
cabeça estar livre.
Consiste
na “descida”
do leite propriamente dito.
Ocorre entre o 2º e
o 5º dia após
o puerpério; sendo
que nos dois primeiros dias
encontra-se apenas o colostro.
Toda puérpera deve
receber orientações
quanto aos procedimentos
para o esvaziamento das
mamas (massagem e ordenha).
É
também chamado de
“peito empedrado”
e caracteriza-se pelo acúmulo
de leite em toda a glândula
mamária durante a
apojadura.
COMO RECONHECER:
 -
as duas mamas ficam inchadas
(aumentam de volume), duras
e quentes. Às vezes
ficam vermelhas e brilhantes.
A aréola fica tensa,
o bico plano e o leite não
flui;
 -
a mãe queixa-se de
dor no peito que se irradia
para a axila e pode ter
febre (a chamada febre do
leite); ocorre entre o 3º
e o 5º dia após
o nascimento (na apojadura)
ou eventualmente em qualquer
época da amamentação.
ORIENTAÇÕES
ÀS MÃES:
 -
sempre que for amamentar
observe a flexibilidade
da sua aréola. Se
estiver tensa você
deve massagear em volta
da aréola e ordenhar
o excesso de leite. Evite
o uso de bombas, faça-a
com suas próprias
mãos;
 -
não use compressas
quentes, pois tendem a estimular
a produção
de leite.
 -
coloque o bebê para
mamar sempre que possível.
Ele é a melhor “
bombinha tira leite”
que existe.
São
traumas mamilares observados
frequentemente nos primeiros
dias da amamentação.
A maior causa deste problema
está na pega incorreta
do bebê ao bico da mãe.
Basta o bebê mamar uma
vez com pega errada que já
será o suficiente para
fissurar.
E é neste momento que
a equipe do GIAM está
treinada para ajudá-la
desde a 1ª mamada.
MEDIDAS A SEREM TOMADAS:
-
passe o seu próprio
leite nas mamas, antes e depois
de cada mamada;
-
deixe que os mamilos sequem
ao ar livre;
-
não puxe o bebê
do peito. Se precisar interromper
a mamada, coloque o dedo mínimo
na boquinha dele para “tirar
a pressão”, sem
levar o seu seio;
-
observar se a pega do bebê
está correta. (o bebê
deve introduzir o bico e a
aréola na boca);
-
se o peito estiver muito cheio,
realizar o esvaziamento, até
que a aréola fique
bem macia;
-
para evitar contato com o
sutiã ou qualquer outro
tipo de tecido da roupa, utilize
"conchas" para fissura.
Antes
de realizar a ordenha, massageie
com as pontas dos dedos em
volta da aréola, fazendo
uma pequena pressão.
1
– Coloque o dedo polegar
na região superior
da borda areolar e os outros
dedos no lado oposto ao polegar;
2
- pressione a região
areolar com movimentos intermitentes
(com paradas). A pressão
deve ser exercida sobre as
bordas da aréola, para
que os depósitos de
leite que ficam nesta região
sejam comprimidos;
3
- deslize os dedos sobre a
pele, exercendo pressão,
em direção ao
mamilo.   
Se
você precisou ordenhar
a sua mama devido ao excesso
de leite e/ou porque seu
bebê se encontra na
UTI NEONATAL, não
o jogue fora; guarde-o em
recipiente previamente fervido.
Antes de iniciar a ordenha,
prenda seus cabelos e lave
as mãos. Realize
a limpeza do mamilo com
água filtrada e fervida,
desprezando as primeiras
gotas que sair do peito.
O
leite materno deverá
ficar no máximo por
2 horas, em temperatura
ambiente. Em geladeira por
24 horas e no freezer por
15 dias, após este
período o mesmo deverá
ser pasteurizado.
Para oferecê-lo ao
bebê, dê preferência
ao uso de copinhos, evitando
bicos de mamadeiras ou chupetas
para não fazer "confusão
de bicos", correndo
o risco de o bebê
largar o peito.
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ALEITAMENTO
MATERNO - Fundamentos
para o Uso do Copinho |
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A
alimentação
pelo “copinho”
consiste em um método
artificial e seguro para
a mãe o bebê
evitando assim o desmame
precoce, provocado pelo
uso de bicos artificiais,
visto que mamadeiras e/ou
chupetas favorecem a sucção
insuficiente (o bebê
suga com a boca parcialmente
fechada), podendo afetar
o início e o sucesso
do aleitamento materno.
A
criança que recebe
mamadeira e/ou chupeta pode
ter dificuldade em “pegar”
a mama.
Se o seu bebê realmente
precisar de complemento
na maternidade, a equipe
da Casa de Saúde
São José está
apta a oferecer o copinho,
mantendo o aleitamento materno
e treinando a mãe
caso necessite fazer complemento
em casa.
 Parabéns...
Você vai ser papai!...
E agora? Ao mesmo tempo
um mister de dúvidas
e alegrias invadem seu coração
e sua mente. É perfeitamente
normal.
O pai de hoje é um
"Paiticipativo",
que quer saber, quer estar
na sala de parto no grande
dia. E através do
nosso site vamos
ajudá-lo a entender
o que está se passando
com sua esposa, com o seu
bebê e até
com você mesmo.
Primeiramente,
sabemos que alguns papais
ficam na dúvida sobre
o seu papel após
a concepção
do bebê (o que é
muito natural) mas relaxe...
50% do que está acontecendo
é responsabilidade
sua. Psicólogos afirmam,
que o que acontece na mente
de muitos pais é
que eles ficam tão
maravilhados com o milagre
da vida que é difícil
de acreditar que eles continuarão
a ter alguma coisa a ver
com isso até o final
da gestação.
É
muito comum achar que quando
o bebê nascer, você
ficará de lado, não
vai ser tão mais
amado ou receber tanta atenção
como antes. Porém,
o que poderá ajudá-lo
nesse momento é você
também interagir
ativamente nos primeiros
cuidados com o seu bebê:
aprender a pegar seu filho
no colo, dar banho, trocar
fralda, e principalmente
incentivar o aleitamento
materno.
Transforme
todo o seu amor em cuidados
integrais ao seu bebê,
mostre que você é
responsável e tem
o direito de mostrar toda
a sua vocação
paterna.
É
um sistema hospitalar em
que o recém-nascido
sadio, logo após
o nascimento, permanece
ao lado da mãe, 24
horas por dia, num mesmo
ambiente, até a alta
hospitalar. Tal rotina possibilita
a assistência de todos
os cuidados, bem como a
orientação
ao trinômio pai/mãe
e filho, realizado pela
equipe de enfermagem. Fazem
parte do alojamento conjunto
puérperas que se
encontram em condições
físicas e emocionais
para o contato com o bebê,
e o bebê com boa vitalidade,
capacidade de sucção
e controle térmico.
 -
Incentivar a lactação
e o aleitamento materno, favorecendo
o relacionamento mãe/pai
e filho;
 -
diminuir o risco de infecção
hospitalar, evitando as complicações
maternas e do bebê;
 -
integrar a equipe multiprofissional
de saúde nos diferentes
níveis.
 -
Estimular e motivar o aleitamento
materno (ainda na sala de
parto), de acordo com as necessidades
do bebê, tornando a
amamentação
mais fisiológica e
natural. A amamentação
precoce provoca a contração
do útero e de seus
vasos, atuando como profilaxia
das hemorragias pós-parto;
 -
favorecer a precocidade, intensidade,
assiduidade do aleitamento
materno, e sua manutenção
por tempo mais prolongado;
 -
fortalecer os laços
afetivos entre pai/mãe
e filho, através do
relacionamento precoce;
 -
permitir a observação
constante do RN pela mãe,
o que a faz conhecer melhor
seu filho e possibilitar a
comunicação
imediata de qualquer anormalidade;
 -
oferecer condições
à enfermagem de promover
o treinamento materno, através
de demonstrações
práticas dos cuidados
indispensáveis ao recém-nascido
e à puérpera;
 -
manter intercâmbio biopsicossocial
entre a mãe, a criança
e os membros da família.
    
O
nosso alojamento conjunto
oferece maior flexibilidade
para os pais, ou seja, permitindo
que a mãe possa ficar
com o recém-nascido
nas 24 horas ou de acordo
com a sua vontade. Independente
da decisão dos pais,
serão oferecidas
todas as orientações
e esclarecimentos necessários.
Para os casais de “primeira
viagem” e os que ainda
encontram dúvidas
serão realizadas
práticas de cuidados
de enfermagem dentro do
quarto, tais como: banho
do bebê, troca de
fraldas, curativo do coto
umbilical e auxílio
na amamentação.
   
|
|
| 01
pacote de fraldas
descartáveis,
pequena |
06
macacões
ou
conjuntinhos |
06
body |
|
06
cueiros |
03
mantas |
03
sapatinhos |
|
06
meias |
03
fraldas de boca |
01
pente fino pequeno |
|
ENXOVAL
DA MAMÃE
|
| 01
pacote de fraldas
pós-parto |
02
camisolas com
abertura na
frente |
02
chinelos
(01 pano/01
borracha) |
|
4
calcinhas
confortáveis |
02
sutiã
de
amamentação |
01
cinta
(opcional do
obstetra) |
|
02
pacotes de absorvente
pós parto
|
Almofada
de amamentação
(opcional) |
Materiais
de higiene pessoal |
| Concha
para
amamentação
|
|
|
|
Parabéns!!!!
Você e seu bebê
estão de alta... Tudo
transcorreu bem na maternidade:
fotos, filmagens, visitas...
Oh ... que alívio!!!
O bebê quase não
chorou no quarto... mas estou
de alta?
Enfermeira... eu ouvi bem...?
E agora???
A
certeza que você deve
ter é que: estar com
um bebê em casa não
é sinônimo de
estar em pânico. A ansiedade
neste primeiro momento é
pertinente, mas você
deve estar segura de que por
mais que suas visitas dêem
opiniões do tipo “arrotar
no peito o leite empedra...”,
seu conhecimento adquirido
através das orientações
do seu pediatra, obstetra
e da equipe de enfermagem
garantirá que você
desenvolva suas funções
de mãe sem muitos atropelos.
Com o tempo você vai
descobrir que não é
possível ter respostas
prontas para todas as suas
dúvidas sobre o bebê,
mas algumas dicas do GIAM
poderão garantir sua
tranquilidade:
 1)
ROUPAS:
não use roupas em excesso
ou apertadas demais. Dê
preferência para roupas
de fibras naturais, como algodão
e que tenham aberturas laterais
(nas costas ou na frente).
 2)
FEZES:
as primeiras fezes do recém
nascido são chamadas
de “mecônio”.
São pastosas, de coloração
verde musgo e inodoros. Com
o tempo as evacuações
serão mais frequentes,
mais líquidas, claras
e serão eliminadas
juntamente com os gases.
 3)
BEBÊ SONOLENTO:
no início a maioria
dos bebês são
muito sonolentos e nem sempre
mamam com regularidade. O
que você deve fazer
é identificar o horário
em que ele esteja mais acordado,
ainda que precise ser estimulado.
- choro – o choro do
bebê não identifica
apenas fome, este também
chora por estar sujo, com
frio, calor, irritação
ou qualquer outro incômodo,
do tipo cólicas.
- cólicas – ocorrem
em determinadas horas do dia,
especialmente a partir do
final da tarde. Algumas vezes
a sua ocorrência pode
ser relacionada a ansiedade
e insegurança dos pais.
Medidas simples como colocar
o bebê de bruço
e aquecer sua barriga através
de uma massagem suave ou a
utilização de
uma bolsa de água morna,
protegida por uma fralda,
a fim de não queimar
a pele do bebê.
 4)
VÉRNIX CASEOSO:
a maioria dos bebês
nascem cobertos por uma camada
de gordura, esbranquiçada.
Aparece no corpo todo ou só
no rosto, pescoço ou
virilha.
 5)
MANCHAS MONGÓLICAS:
são causada pelo acúmulo
de pigmentos. Mais frequente
em peles escuras com aspecto
acinzentado e surgem nos braços,
pernas e regiões próximas
ao bumbum. Nada tem a ver
com machucados ou contusões.
 6)
MILIUM:
muito comum nos bebês;
são pintinhas sebáceas
(de gordura) sobre o nariz
e bochechas, que ocorre devido
a uma desregularização
das glândulas sebáceas.
 7)
ERITEMA TÓXICO:
pequenas machas avermelhadas,
mais claras no centro, que
podem aparecer em qualquer
parte do corpo.
 8)
CIANOSE:
tom arroxeado nos pés
e nas mãos, que pode
dizer que a circulação
não se normalizou nas
extremidades, ou que o bebê
está com frio. Pode
ser resolvido aquecendo o
bebê.
 9)
HEMANGIOMA:
cor que varia de rosa ao vinho
escuro, e costuma aparecer
principalmente na nuca, face
e pálpebras. Costuma
desaparecer em alguns anos.
 10)
ICTERÍCIA:
é uma coloração
amarelada da pele que ocorre
na maioria dos bebês.
É causada pelo excesso
de bilirrubina que se deposita
na pele. Não é
doença e também
não é transmissível
de um bebê para o outro.
A partir de um certo grau
e dependendo da idade e do
peso do bebê, os médicos
podem indicar o banho de luz
(fototerapia) o que facilita
a eliminação
da bilirrubina.
1)
Berçário
Virtual – A foto
na internet é realizada
sob autorização
assinada pelos pais devendo
ser entregue no berçário.
A mesma será divulgada
no site após as 15h.
OBS.: as fotos são
feitas pela manhã.
2)
Teste do Pezinho – Este
exame não é
realizado na instituição,
apenas indicamos os profissionais
responsáveis e segue
de acordo com a solicitação
do pediatra.
3)
Teste
da Orelhinha – Está
disponível na instituição,
sendo realizado por uma equipe
de fonoaudiólogas,
mediante autorização
assinada pelos pais e de acordo
com a solicitação
do pediatra.
4) Diagnóstico
por Imagem - A ultrassonografia
do cérebro em recém-nascidos
é o método de
eleição na avaliação
inicial destes pequenos pacientes
pela não utilização
de radiação
ionizante, a ausência
de necessidade de sedação,
a realização
do exame em berço aquecido
ou no colo da mãe e
a possibilidade de repetição
do exame, caso necessário,
sem riscos para o bebê.
Dispondo de equipamentos e
tecnologia atualizada, além
de uma equipe especializada,
o Setor de Diagnóstico
por Imagem da Casa de Saúde
é hoje capaz de atender,
diagnosticar e cuidar de pacientes
crianças e adolescentes
com toda a atenção
necessária a estes
grupos etários.
Nós,
enfermeiras do GIAM gostaríamos
de fazer nossos agradecimentos.
Primeiramente a DEUS,
pois sem o Seu consentimento
não estaríamos
aqui; às Irmãs
da CSSJ, à Administração
e à Gerência
de Enfermagem, na figura
do Enfº Alex Moraes,
por acreditarem e validarem
nosso trabalho.
À toda a Equipe
de Enfermagem do berçário,
Centro Obstétrico
e Maternidade, das fonouadiólogas
à higienização,
enfim a todos os colaboradores
que fazem o GIAM acontecer.
E especialmente a você:
papai, mamãe e
bebê que são
nosso principal motivo
de trabalho sempre nos
incentivando a melhorar,
a cada nascimento.
Aqueles
que passam por nós,
não vão
sós, não
nos deixam sós.
Deixam um pouco de si,
levam um pouco de nós.
(Antonie de Saint Exupery)
Responsáveis Técnicos:
 Enfermeiro
Alex Moraes (Gerente de
Enfermagem da Casa de
Saúde São
José, Graduado
pela Uni-rio, Pós-Graduado
em Gestão de Saúde
e Administração
Hospitalar pela Unesa);
 Enfermeira
Adriana Loureiro (Responsável
pela Centro Obstétrico
da Casa de Saúde
São José,
Graduada pela EEAN/UFRJ);
 Enfermeira
Adriana Marins (Responsável
pela Maternidade da Casa
de Saúde São
José, Graduada
pela UGF/RJ, Especialista
em Neonatologia pela UGF);
 Enfermeira
Fátima Cristina
C. Camargo (Responsável
pelo Berçário
da Casa de Saúde
São José,
Graduada pela Unicid/SP,
Especialista em Neonatologia,
Graduada pela UERJ).
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